como funciona o processo tree to bar
Produzir chocolate tree to bar é um trabalho minucioso e artesanal, que exige conhecimento profundo do cacau e da chocolateria. O processo pode ser resumido em etapas:
• Cultivo e colheita: seleção de variedades de cacau de origem, muitas vezes cultivadas em fazendas próprias ou em parceria com comunidades locais;
• Fermentação e secagem: etapas cruciais para desenvolver aromas e sabores complexos, respeitando o tempo natural do cacau;
• Torra: controlada em pequenas levas, permite destacar notas únicas como frutas, flores, especiarias ou castanhas;
• Moagem e refino: transformação dos grãos em massa de cacau, até alcançar a textura aveludada ideal;
• Temperagem: processo de aquecimento e resfriamento que garante brilho, crocância e derretimento perfeito na boca;
• Produção da barra ou bombom: finalização em formatos que unem tradição e inovação.
Ao controlar cada uma dessas fases, os produtores tree to bar garantem um chocolate puro, intenso e autêntico, sem aditivos químicos desnecessários.
exemplo de chocolate tree to bar: a parceria Pati Piva + Baianí
No Brasil, um exemplo marcante de chocolate tree to bar é a parceria entre a confeitaria Pati Piva e a marca Baianí Chocolates.
A Baianí é reconhecida por sua atuação no mercado de cacau de origem, controlando todo o processo desde a fazenda de cacau até a barra. Esse cuidado coloca a marca dentro do conceito tree to bar, oferecendo chocolates com identidade brasileira e excelência sensorial.
Na collab com a Pati Piva, confeitaria renomada por sua tradição e sofisticação, o resultado foi uma linha de bombons que traduz o melhor dos dois mundos:
• Cacau brasileiro de origem, rastreável e sustentável (Baianí)
• Refinamento e criatividade da confeitaria francesa (Pati Piva)
Os sabores criados nessa edição limitada incluem ingredientes típicos e surpreendentes, como maracujá, castanha-do-Brasil, baru e puxa-puxa de nuts. A combinação reforça o potencial cultural e gastronômico do chocolate tree to bar feito no Brasil.